segunda-feira, outubro 04, 2010

O Som me assombra.
Notas dissonantes, agudas, que estão mesmo quando se perdem na distância,
flautins, taróis, violinos se põe uns sobre os outros, num estado de caos.
O Som se acomoda no ar, quase sem densidade
insípido, inodoro, cheio de cor.
O Som entra no corpo com a respiração, começa a correr junto com o sangue
e depois não tem por onde fugir.
Por isso que eu sou esse saco de Sons inaudíveis.

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